Descompressão

Floresta dos sonhos

Isabelle Moreira Lima Fotos- Divulgação | 6 outubro 2016
Floating deck

Visitar o Cristalino Lodge, em Alta Floresta (MT), no sul da Amazônia, é uma experiência extrema. O hotel oferece a imersão em uma das mais exuberantes confluências de ecossistemas amazônicos, aliada a um conceito ímpar de elegância e conforto em harmonia com o entorno selvagem. Na prática, isso significa um dia que começa com a visão de mais de 500 espécies de pássaros e 2 mil de borboletas a 50 metros de altura. Pode-se subir em uma das torres de observação antes mesmo de o sol nascer e assistir ao amanhecer por cima da copa das árvores. De lá, seguir para a  trilha das castanheiras, onde pode-se comer frutos in natura de árvores com mais de 800 anos de idade. Se o cansaço bater cedo, não vai ser perda de tempo recolher-se. Afinal, uma sessão na banheira ao ar livre, no meio da mata nativa, não deixa de ser uma forma de aproveitar a natureza.

Fundado em 1990, o Cristalino passou por significativas reformas que transformaram suas instalações rústicas iniciais em um sofisticado lodge. O bom gosto permeia suas acomodações, que vão de apartamentos standard a bangalôs especiais. A área social inclui, além de restaurante e bar, sala de leitura, sala de apresentações, deck com fogueira ao ar livre e loja. A decoração é sofisticada, mas minimalista, para não ocultar o visual mais importante, o da natureza. Situado em uma reserva florestal com 11 mil hectares – seis vezes maior que a ilha de Fernando de Noronha – o hotel é próximo ao rio Cristalino, num ponto de encontro de diversos biomas. São seis tipos de matas diferentes, com exemplares típicos da Amazônia, Pantanal e Cerrado, que abrigam centenas de espécies de pássaros e animais silvestres.

Entre os visitantes, é comum ver “birdwatchers” estrangeiros. “São fãs inveterados das belíssimas aves da região, que se enveredam por horas a fio em busca de espécies deslumbrantes e coloridas”, conta Alex da Riva, diretor-geral do Cristalino. Mas o hotel também recebe famílias que desejam viver uma experiência inesquecível na mata com conforto e boa gastronomia, casais românticos em busca de exclusividade e luxo, e amantes de natureza que encontram no lodge uma forma de ver de perto animais amazônicos.

“A maioria dos nossos hóspedes é estrangeira, mas os brasileiros cada vez mais despertam para o destino que é único na Alta Floresta, no coração do Brasil. Hoje já representam um terço dos nossos hóspedes”, afirma Riva.

Sabores da selva
Na cozinha do Cristalino, reinam os frutos da Amazônia. Os produtos orgânicos, de preferência da estação e de produtores locais, são o carro-chefe e muitos, como a alface, a rúcula e a couve, vêm direto da horta orgânica do hotel. Outros, como o cupuaçu, são colhidos direto do pé. Já os peixes, as castanhas do Pará e a pupunha são fornecidos por produtores locais de acordo com a estações da natureza. “Os pratos são essencialmente brasileiros com pitadas regionais e acompanham drinques feitos com frutas tropicais, cervejas artesanais e uma exclusiva adega de vinhos da América do Sul”, afirma Riva.

Para se ter uma estadia de 100% de aproveitamento do hotel, Riva recomenda três noites. Para ter uma experiência mais aprofundada da região, sugere cinco noites. A melhor época do ano, para ele, é o ano inteiro: “A Amazônia é viva e possibilita muitas descobertas. No Cristalino Lodge, existem duas estações bem definidas: a estação seca, de junho a novembro, e a estação verde, de dezembro a maio. Ambas são excelentes para conhecer a Amazônia, apresentando características singulares que enriquecem a viagem”, afirma.

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