Marketing

Digital focado

João Luís Costa | 15 março 2016
Federico Grosso

A certeza de que o marketing digital está a caminho de se tornar uma disciplina preponderante na vida das empresas e dos consumidores faz a Adobe, empresa fornecedora de várias das mais conhecidas ferramentas para produção de campanhas digitais, tratamento de imagens, analytics, entre outras, não ter dúvidas em montar seu maior evento na cidade com maior espaço e visibilidade para isso: Las Vegas. A Adobe vai levar ao Adobe Summit 2016 cerca de dez mil profissionais da área de marketing, CEOs, CIOs, CMOs, usuários, criativos e muitos outros. O objetivo é discutir, aprender, conversar, ver e se relacionar com pessoas que estão desenvolvendo e usando o marketing digital a todo o vapor.

No Brasil, Federico Grosso, head para América Latina da Adobe, está animado com o evento e vê um amadurecimento do mercado. Para ele, a linha entre o marketing tradicional e o digital torna-se a cada dia mais tênue, uma vez que a interação entre os dois “mundos” vem acontecendo de uma maneira tão rápida que as pessoas já não verificam mais a estranheza dos primeiros tempos da Internet, onde fazer uma compra pela web podia ser considerada uma experiência inusitada. “Essas ferramentas nos dão a capacidade de entender como o marketing digital pode orientar essa transformação digital que as empresas precisam enfrentar hoje em dia, que significa como sua empresa pode contratar um colaborador, organizar um setor financeiro, se comunicar com seu público. O marketing digital é uma série de ferramentas que ajudam a gestão da grande massa de conteúdo e dados que hoje existe. Analisar os dados é uma parte, mas depois de analisados, o que fazer com eles?”, questiona.

Para o executivo, uma das principais atribuições do marketing digital é a de encontrar maneiras de enriquecer a experiência do consumidor com a marca”. Hoje, se você quer comprar um carro, já pode buscar as informações na Internet e chegar na loja com o modelo pronto. O que se está desenvolvendo é a possibilidade de se chegar com seu aparelho, seja um smartphone ou um tablet, e jogar essas informações na tela da loja para que se possa discutir com o vendedor como fazer para a fábrica entregar aquela configuração”, afirma. Para ele, movimentos como esses tornam indistinta a forma de se fazer marketing e fazem a Adobe ficar na ponta do desenvolvimento das ferramentas do setor.

Federico também chama a atenção para o crescimento desse setor, a ponto de a Adobe mobilizar a estrutura necessária para reunir dez mil pessoas para discutir o assunto.  “No Summit, temos a oportunidade tanto de falar os cases quanto de ouvir críticas, informações e impressões, de pessoas que vêm de lugares diferentes, de toda parte do mundo”, explica. Para ele, a Adobe não é uma empresa de tecnologia clássica, sempre trabalhou com ferramentas criativas, que hoje são usadas para criar filmes, publicidade e outras, o que torna o Summit um evento singular. “Quando se fala em experiência do consumidor, não se pode deixar de lembrar que ela parte de um princípio criativo muito forte. Muitas vezes você se apaixona por um carro ou produto por causa de uma experiência sensorial, não física, por ter visto uma foto. Assim, o Summit é mais do que um evento tecnológico. É também um evento de negócios, de experiência, de marketing digital na essência”, finaliza.

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